Abbath e Amon Amarth nos assopram ventos nórdicos na Jomsviking Latin America Tour


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Esse fim de semana promete, e promete muito mais que nos poderemos imaginar. Duas das maiores atrações dos dias atuais desembarcam em Belo Horizonte para apresentações que serão inesquecíveis na incrível, Jomsviking Latin America Tour que começou em Limeira no dia 24 de maio, e irá até 18 de junho, tendo seu fim em Guadalajara no México.

Olve Eikemo ou melhor, Abbath, nascido em Bergen, Noruega, terra do gélido black metal, vem esquentar a noite trazendo sua banda de mesmo nome criada em 2014 com o baixista King Ov Hell, ex.Gorgoroth.

Após deixar a icónica banda Immortal, qual discografia influenciou diversas formações ao redor do mundo e ter participado e composto o disco “I”, black metal voltado ao rock in roll, Abbath volta a s suas raízes viscerais com um ótimo disco a qual vem a América do Sul pela segunda vez, lembramos que a primeira passagem foi com o grande Immortal, e primeira em Belo Horizonte no próximo domingo.

A banda que é composta por Abbath, guitarra e vocais, King, contrabaixo, Simaeth, guitara solo e o baterista Creature com seu visual inspirado na banda Ghost, impressionam pelo técnico disco de estreia.

Mantendo uma pegada nas composições do Immortal, que com certeza estarão presentes no set list e algumas outras ótimas influências, caíram no gosto dos “black metalers” e prometem não ser meros coadjuvantes, assim criando uma enorme expectativa em quem comparecer aos shows dessa turnê.

Aliás muitos estão indo por eles, provando assim serem muito relevantes e lideres do estilo!

Amon Amarth em sua terceira passagem pelo Brasil, primeira em beagá não deixarão por menos, banda Sueca da cidade que tem o curioso nome “Tumba”, foi formada no ano de 1988 sob o nome “Skum”e em 1992 adotou o nome atual, assim seguindo carreira com enorme sucesso em discos como: Versus the World, Fate of Nuns, Twilight of Thundergod e nos traz seu mais recente álbum Jomsviking que da nome a turnê mundial.

Formada por: Johan Hegg, vocais, Olavi Mikkonen − guitarra, Ted Lundström − baixo, Johan Söderberg − guitarra e Jocke Wallgren − bateria, a banda promete um show muito vigoroso nos moldes europeus com cenário viking e batalhas no palco e claro o famoso Wall of Death que sempre é muito aguardado nos shows, também como os Drinking Horns, que espero que quem comparecer com o seu possa adentrar a casa de shows!

Com certeza será um grande evento com casa lotada e grandes apresentacões.

Uma informação interessante é que haverá Meet & great com a banda ABBATH após a sua apresentação o que ocorrera no intervalo das apresentações por determinação de Abbath.

Então todos que adquirirem seu merchandising oficial que será disponibilizado nas apresentações terão direito de participar desse acontecimento. Ótima noticia, já que ultimamente esses acontecimentos são sempre contestados pelo valor que é cobrado, nesse caso achei uma idéia muito interessante e viável, pois além de adquirir a camiseta oficial, também haverá um pôster da tour disponibilizado.

Esse com certeza será um dos shows do ano no Brasil, imperdível!

 

Steve Vai – Passion and Warfare 25th Anniversary Tour


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Quando conheci o guitarrista americano “Steve Siro Vai” no início da década de 90, a primeira coisa que me surpreendeu foi a belíssima capa do disco “Passion and Warfare”, pois eram muitos e belos os elementos ali presentes representando o conceito do disco.

Inspirado numa série de sonhos que Steve teve quando mais jovem essa capa nos impacta de um forma que é difícil ser registrada em palavras, mas foi descrita pelo próprio como um encontro de Hendrix com Jesus Cristo.

A arte do LP me levou a assimilar e colocar lado a lado esse trabalho juntamente a bandas como: Iron Maiden, Mercyful Fate, Uriah Heep ou Black Sabbath, famosas por seus conceitos artísticos ligando a música, história e arte. Como eu já era interessado nas artes gráficas isso foi um dos motivos que mais me chamaram a atenção para conhecer o trabalho desse brilhante músico.

“Passion and Warfare” vai muito além disso não somente pela incrível música “For The Love Of God” a qual ele descreve como sua “Via Crucis” onde jejuou por 10 dias buscando a inspiração transcendental encontrada no quarto dia, sendo brilhantemente executada, como também se tornou seu registro mais famoso.

O disco tem seu andamento em uma estrutura que de certa forma nos traz a sensação de estarmos ouvindo um disco conceitual (aqueles que contam uma historia em seu andamento), pois as músicas são interligadas mesmo sem uma história convencional com letras. Podemos sentir isso em suas melodias quase faladas, em alguns momentos podemos imaginar a guitarra como esse interlocutor como vemos na música “The Audience is Listening” a qual “Vai” é o professor que todos gostaríamos de ter!

Após seu lançamento no início de 1990, o sensacional clipe de “For The Love Of God” , que tinha o conceito ligado ao existencialismo, onde se caracteriza pela inclusão da realidade concreta do indivíduo sua mundanidade, angústia, morte etc., foi avassaladora, confundido e elucidando-nos para os dias atuais e passados com sua teoria nos dogmas humanos. E claro, a música tem um sentimento único, belo e inigualável com suas melodias encantadoras.

Então podemos dizer que “Steve Vai” foi considerado o guitarrista mais genial de sua época sendo idolatrado pelo não menos genial “Frank Zappa” que o direcionou  em sua carreira musical nos primórdios, assim lhe dando a carga emocional necessária para chegar ao topo do mundo artístico e nesse incrível trabalho.

Este é o disco mais importante da minha carreira, acredito. Porque além de vir de uma fase bem antiga, ele tinha música muito diferenciada, excessiva e com vários tipos de guitarra. Eu vejo ele hoje de uma forma bem especial, musicalmente falando. Mas pelo sucesso que obteve naquela época, eu acho que foi realmente o trabalho mais importante da minha carreira.”  –  STEVE VAI

2017, mais precisamente no mês de junho teremos a honra de poder presenciar o grande mestre das guitarras em solo brasileiro nos emocionando com esse grande show que está sendo descrito como: A noite que ninguém esquecerá tão cedo.

Em Belo Horizonte mais uma vez contamos com a produção da já conceituada produtora MS BHz de Márcio Siqueira que vem nos brindando com excelentes shows.

STEVE VAI “Passion and Warfare 25th Anniversary Tour”
Data: 2 de Junho de 2017, Sexta-feira
Horário: Portas 20h / Show: 21h30
Local: Music Hall – Endereço: Av. do Contorno, nº 3239 – Santa Efigênia / Belo Horizonte.
Classificação etária Pista e Pista VIP: 16 anos.
Classificação etária Camarote Open Bar: Somente maiores de 18 anos.

Informações e compra de ingressos

Pista:
R$ 120,00 (meia-entrada)
R$ 150,00 (inteira promocional) – R$ 240,00 (inteira)

Pista Vip:
R$ 160,00 (meia-entrada)
R$ 190,00 (inteira promocional) – R$ 320,00 (inteira)

** CAMAROTE OPEN BAR* +18 anos R$ 210,00

Compras Online
Vendas online pelos somente pela Ticket Brasil: https://ticketbrasil.com.br/show/4894-stevevai-belohorizonte-mg

Pontos de venda (https://ticketbrasil.com.br/show/4894-stevevai-belohorizonte-mg/pontos-de-venda)

Loja Túnel do Rock (SEM taxa de serviço) – Rua Rio de Janeiro, 839, Centro, BH. (a partir de Abril)
Forma de pagamento: Somente em dinheiro.

Direitos a meia-entrada: Menores de 21 anos, maiores de 60 anos (mediante a apresentação do RG), Estudantes devidamente matriculados com carteira de estudante válida com a data a partir do ano vigente. Não são aceitos boletos e declarações como comprovação estudantil.

*A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.
*Será expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras de qualquer tipo, tanto amadoras como profissionais ou semi-profissionais.

Maiden Hell e Aquiles Priester – Beagá em algum lugar do tempo – 17 de Março – Belo Horizonte/MG


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Bandas tributo são aquelas que nos fazem lembrar de bons momentos que vivemos ouvindo aquelas músicas que tanto amamos em um determinado tempo. Então quando ela é capitaneada por alguém competente como Aquiles Priester, que em seu currículo tem nada mais nada menos que bandas como: Angra, Shaman e André Matos em suas fileiras, não tem como dar errado.

A ótima banda Maiden Hell que conta com: Carlos Doria(Adrian Smith) guitarra, Fabricio Fonseca(Bruce Dickinson), Vinícius Verde(Dave Murray), César Faria(Steve Harris) e Aquiles Priester como convidado(Nicko McBrain) é vencedora de vários prêmios como melhor cover de Iron Maiden do Brasil e vai muito além, pois os ótimos músicos executam a grandiosa obra do eterno grupo britânico com perfeição e cada nota em seu devido lugar.

Sexta feira-17 de março pudemos conferir esse showzão com casa lotada, o lugar não era dos maiores, mas se não era o maior, o público o fez parecer gigante por sua empolgação e o grupo não deixou por menos, então assim que adentraram o palco para detonar Aces High o show já estava ganho!

O show dessa tour foi uma grande surpreza para todos pois seria tocado o álbum “Somewhere in Time” de 1986. Para mim foi incrível pois foi a época que conheci a banda e me apaixonei pelo heavy metal. Aquiles Priester antes da execução do mesmo deu essa declaração.

Clássicos memoráveis do Maiden, tais como: Rime of the Ancient Mariner, essa incrível, mataram a pau, Two Minutes to Midnight, The Trooper, com direito a bandeira do Reino Unido sendo manipulada a todo vapor por Rhenan Ventura com ótima presença de palco, Children of the Damned, Revelations e killers fechariam a primeira parte da apresentação em grande estilo.

Antes de começarem a tocar o disco na integra, Aquiles veio ao microfone pela primeira vez e fez uma brincadeira com os presentes citando Beagá como a terra do Sertanejo, pois a banda tinha acabado de tocar em Uberlândia (essa sim a terra do sertanejo), e nessa brincadeira para provocar a plateia, ou melhor incendiar a todos ele falou que lá o público estava mais insano, mas como estávamos na capital do metal no Brasil, ele queria sentir uma receptividade mais calorosa. Não deu outra, o publico inflamado deu brilho à sequência que viria e então entraríamos na viagem para “algum lugar do tempo”.

Caught Somewhere in Time abre o disco arrepiando, foi mágico, todos estavam ansiosos para ouvir esse grande clássico pela primeira vez, lembrando que o próprio Iron Maiden nunca tocou várias dessas musicas ao vivo, e nesse dia veríamos todas. Wasted Years veio na sequência, essa o maiden toca em profusão, sempre presente nas apresentações e que riff inicial é aquele? Sensacional. Sea of Madness, uma das mais esperadas (um amigo me relatou que só estava indo ao show por causa dela), e não foi exagero, que música linda, talvez tenha sido a única oportunidade que tenhamos de ver, pois não acredito mais em outras. Heaven Can Wait, outra que o Iron Maiden faz em seus shows veio e emocionou com aquela cadência típica da banda, guitarra galopantes baixo e bateria em harmonia perfeita com vocais na medida certa.

Então entraríamos no “lado B” do disco de vinil, sim disco de vinil, pois acho que muitos ali presentes passarem por esse ritual e The Loneliness of the Long Distance Runner foi fora de série, que introdução, Aquiles mandou bem d+ pois era o baterista certo para essa música, ali pudemos ver toda sua técnica apurada em anos de aprendizado louvando o metal acima de tudo!

Stranger in a Strange Land que carrega vários conceitos do disco, a semi balada, foi arrepiante, aquele “bend” de guitarra em seu início é algo interplanetário, muito feeling, muito sentimento digamos assim, Deja-Vu, a solitária música de Dave Murray (todo disco tem que ter uma), sempre muito inspirada veio como um pequeno furacão, mas eficiente e nos devastou a todos. Que música!

Então finalizado essa obra fenomenal veio a ópera, e não tem outro nome para essa faixa, Alexander the Great, chegou diretamente da Macedonia para nos render. Os guitarristas Vinícius Verde(Dave Murray), Carlos Doria(Adrian Smith) e o baixista César Faria(Steve Harris) deram um show com suas variações melodiosas. Foi de chorar e no fim não acreditávamos que os 52 minutos desse disco tinham passado como se fossem 5!

Após uma pausa para recarregarem as baterias retornaram para encerrar essa brilhante apresentação com clássicos como: The Evil That Men Do, de 7th Son, o power Hit, Fear of the Dark, The Number of the Beast e Iron Maiden, e finalizaram o show uma das músicas mais importantes da história da NWOBHM, o hino desse estilo batizado pela banda nos primórdios dos anos 80: Hallowed Be Thy Name.

Obrigado amigos da Maiden Hell por fazerem essa noite ser tão magica!

Voltem sempre.

Agradeço ao empenho do incansável Márcio Siqueira da MS BHz que vem nos presenteado com ótimos shows, e esse foi histórico.

 

Lacuna Coil, Delirium Worldwide Tour, 8 de Março/2017 – Belo Horizonte


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Os italianos do Lacuna Coil vieram como a tempestade que caiu nessa quarta-feira em Belo Horizonte e fizeram um estrago, mas no bom sentido. A banda liderada pela bela vocalista Cristina Scabbia fez um show irretocável nessa primeira passagem pela cidade minimizando os problemas técnicos causados pelo mal tempo.

A abertura do show ficou por conta dos mineiros da Sacrificed que não decepcionaram o público em  sua volta aos palcos divulgando seu novo single “Shame”. O set foi curto mas muito empolgante, músicos competentes com visual e sonoridade perfeita para essa noite que ainda estava só começando. A banda apresentou além do novo single, algumas músicas de sua história como: Solitude, Dear killer e Before a Dream, com um ótima performance da banda principalmente de Kell Hell que está cantando com muita segurança, assim envolvendo o público presente! 

Após uma breve pausa de menos de meia hora chegara o momento esperado, e pouco além das 22 horas começa a introdução, as luzes se apagam, e a banda adentra o palco com seu novo visual fazendo  alusãà um sanatorio com roupas características e maquiagens assustadoras ao estilo dos melhores filmes de terror. A temática adotada pela banda nesse álbum tinha tudo haver com o metal teatral e pudemos constatar um dos melhores shows nessa cidade nos últimos anos.

Ultima Ratio“, do novo disco “Delirium” com suas guitarras pesadas executaras pelo ótimo guitarrista Diego Cavalotti foi a música escolhida para iniciar o show,  Andrea Ferro e Cristina Scabbia como sempre entram agitando muito incendiaram a casa com as musicas Spellbound de “Shallow Life“, disco de 2009 e Die & Rise de “Broken Crow Halo” de 2014. 

Foram apresentadas 8 músicas do novo álbum, o que não chegou a ser uma surpresa pois ultimamente as bandas vem privilegiando seus novos discos, e para nossa sorte Delirium é um grande álbum fazendo justiça ao passado da banda que  já nos brindou com ótimos lançamentos. Musicas como: Blood, Tears, Dust…my demons…Ghost in the Mist…The  House of Shame e o power hit Delirium foram muito bem aceitas pelo público mineiro.

Em vários momentos do show Cristina Scabbia conversou com a galera e falou sobre os novos tempos em que a tecnologia ajuda muito a aproximação entre banda e fãs, e com essa interação tecnológica alguns pedidos musicais puderam ser atendidos ao longo da turnê e nessa noite teríamos algumas surpresas como a música “Senzafine” única em italiano, língua pátria da banda para delírio dos presentes.

Quando swamped de “Comalies” foi executada, o público enlouqueceu literalmente, pois essa música é sensacional e foi um dos pontos altos do show assim como Our Truth do não menos incrível “Karmacode”, esse disco contém ótimos arranjos e influências claras de bandas como: Korn e Slipknot!

Então Cristina anuncia: vocês querem ouvir Enjoy the Silence? (Cover da incrível banda Depeche Mode) E foi o que aconteceu, arrepiante, essa foi minha favorita, esperei muito por isso e foi emocionante, de chorar pois é o tipo de música que não deveria acabar, deveria entrar em um modo de repetição infinita de tão boa que é!

A banda se retira do palco e a ansiedade se torna grande pois será que voltariam? Uma pequena introdução e Ryan Blake Folden aparece atrás da bateria com sua maquiagem assustadora perfeita para o hit Delirium se iniciar com a banda agitando performáticamente extravasando toda a loucura da temática do álbum. Foi incrível, arrepiante! 

O show encerra com mais uma música nova e na sequência a incrível Heavens a Lie de Comalies que foi cantada em uníssono por todos, assim finalizando uma apresentação mais que incrível.

Lacuna Coil, obrigado por nos presentear com esse show incrível que merecia muito mais pessoas presentes. Se a quantidade não foi a desejável, não podemos dizer que a intensidade não o foi, pois os fãs deram conta do recado e emocionaram a banda como vimos no pedido para a foto ao final como se fosse um recado de um até breve!

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A noite mais pesada do ano!


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“A noite mais pesada do ano”, assim está sendo chamada a data que trará a Belo Horizonte a banda Bode Preto, que juntamente com as mineiras Holocauto e Impurity farão uma verdadeira hecatombe sonora fechando o fim de ano metálico underground na ja tradicional casa de shows “A autentica” localizada na Savassi.

Formada em 2009, em Teresina, PI. por: Josh S./guitarra e vocais e Adelson Souza/bateria, a banda Bode Preto atração muito aguardada por terras mineiras aporta na cidade com uma discografia onde constam o Ep, “Dark Night”, em 2009, o primeiro disco “Inverted Blood” de 2012 e “Mystic Massacre”, seu novo trabalho de 2015 tendo a participação Goat (ex-Von, atual Von Goat), escrevendo letras e gravando os vocais em 2 músicas (Dirty Honey e Parade).

Divulgando Mystic Massacre, a banda vem a capital mineira para apresentar seu mais novo show.

O guitarrista Fábio Jhasko, ex-Sarcófago teve participação em algumas músicas do disco, assim como em alguns shows fazendo ótimos solos, musico que ficou bem conhecido por sua habilidade nas guitarras na banda Sarcófago nos discos: The Laws of Scourge/Crush, Kill, Destroy.

Em 2015 Rodrigo Führer reconhecido por sua participação em bandas como Holocausto, Pexbaa, GGuw e Impurity é efetivado como membro oficial da banda.
Holocausto, banda mineira formada na primeira metade da década de 80 Por Rodrigo Führer/vocais, Valério Exterminator/guitarras, Anderson Guerrilheiro/baixo e Nedson Warfare/Bateria, se tornaram cult cunhando o termo “War Metal” em seu primeiro disco “Campo de Extermínio” onde versam sobre os horrores da segunda guerra mundial dando ênfase ao nazismo e seu ditador Adolf Hitler, qual quis impor sua doutrina radical estipulada “Terceiro Reich”, instituindo assim o fascismo na Europa no período da guerra de 1943 a 1945.

Posteriormente ocorreram várias mudanças de formação e o direcionamento musical foi metaforizando a banda, que assm trariam a cada disco novas idéias como em Blocked Minds de 1988 (Crossover/Thrash Metal), Negatives de 1990 (Technical Thrash metal), Tozago as Deismno de 1993 (Industrial/Avant garde metal) e De Volta ao Front de 2004 (War Metal).

Recentemente retornaram com sua formação original e esperamos que em breve lancem um novo petardo!
Impurity, formada em Belo Horizonte e capitaneada pelo catedrático Ram Priest (Ceará) nos vocais, Angel abyss na bateria, Frater Pluton no baixo e Shub Niggurath nas guitarras elevaram o black metal a níveis nunca vistos antes com sua demo tape intitulada: “The Impurity Temple”. em um curto tempo de existência gravam o LP de estréia: “The Lamb’s Fury” em junho de 1993, assim tornando o estilo criado por bandas como Sarcófago, Blasphemy, Celtic Frost e Venom muito popular no underground brasileiro e fora dele, visto que países como Noruega, Suécia e Dinamarca bebem diretamente dessas influências!

Em 1996 a banda lança seu segundo disco: Into the Ritual Chamber, somente com Ram Priest da formação original. Esse disco trás uma nova proposta com musicas mais cadenciadas em uma referencia à bandas como Samael e Celtic Frost. Em 2004 após uma reformulação voltam com a sonoridade mais refinada voltada ao heavy metal e lançam o álbum: “Satanic Metal Kingdom”, influências diversas são notadas, mas com a pegada de Venom e Mercyful Fate no currículo.

Necro Infamists of Tumulus Return, de 2006 marca o retorno a seu início avassalador com uma reformulação completa e o Impurity que passa a contar com Rom Seth nas guitarras e outros bateristas em participações especiais nos discos. Após esse Lançamento a banda não para mais e vão soltando ótimos trabalhos tais como: “Bonfim Moritvri Mortivis”, 2012, “Weltering Shadows of Satan’s Coven / In the Blood” 2013…, “The Lamb’s Fury MMXIV”, 2014 e “Impurity / Sex Messiah” recentemente.

A banda atualmente conta com: Ram Priet/Vocais, Ron Seth/guitarras e Guilherme Cosse/bateria.

A noite mais pesada do ano com certeza será uma noite daquelas para não serem esquecidas tão cedo, e quem for verá três bandas muito fortes dia 10 de dezembro desse ano falso 2016.

Lacuna Coil, Delirium Latin America Tour


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Há muito tempo a poderosa banda italiana Lacuna Coil é esperada em Belo Horizonte.

Em sua quarta passagem pelo país, finalmente “beagá” poderá sentir a força desses Italianos de Milão que são uma das referências do gothic metal mundial.

Lacuna Coil sempre foi uma das bandas mais pedidas na cidade não somente pela lindíssima Cristina Scabbia, mas pela competência musical que a mesma possui em executar seu “doom gothic metal” com muita maestria como vimos nos primeiros discos, sendo assim, muitos fãs acreditavam que sua passagem por aqui aconteceria bem antes, mas como diz o ditado, antes tarde que nunca.

Vamos relembrar um pouco da história dessa banda que com o passar dos anos foi modificando sua sonoridade e modernizando cada vez mais seu estilo. Influenciados por bandas como: Korn, Meshuggahh, Slipknot e In Flames, essa ultima também refletindo aos toque do metal moderno e em seu som, conquistaram uma gama de fãs com sua musica cativante.

Se anteriormente a banda flertava com seus antepassados Italianos: Premiata Forneria Marconi, Le Orme e Osanna com toques de Depeche Mode, Bauhaus e Cure, com o tempo e experiência e novos conceitos, o metal moderno entrara de vez no caminho e nas veias musicais dos Italianos. Algumas críticas foram destiladas e alguns fãs não conseguiam entender a mudança de direcionamento do som mais progressivo e melódico para o mais alternativo, mas a grande maioria soube assimilar e compreender que as mudanças deram novo alento e fôlego para que posteriormente a banda lançasse seus melhores trabalhos.

Com o passar do tempo podemos dizer que eles acertaram na mudança, tiveram o “feeling” que somente as grandes tem nessa hora da virada de direcionamento encontrando seu caminho em discos como: Comalies, Karmacode, Dark Adrenaline e o mais recente e ultra pesado – Delirium, se firmando de vez entre as maiores em relevância na musica pesada!
Delirium é o disco da tour a qual que veremos no Brasil nas cidades de: Limeira (07/03 – Bar da Montanha), Belo Horizonte (08/03 – Music Hall BH), Rio de Janeiro (10/03 – Teatro Odisseia) e São Paulo (11/03 – Carioca Club), essa nova empreitada mostra uma banda muito segura do que quer e onde quer chegar com um lançamento entre os melhores feitos em 2016.

Finalizando podemos dizer que o Lacuna Coil se tornou referência no estilo pela sua sonoridade e principalmente por seu famoso dueto: “Bealty and the Beast, como ficou conhecido essa mescla entre vocais guturais masculinos e melódico feminino e Cristina Scabbia e Andrea Ferro o fazem com muita classe e harmônia.

Além dos dois citados a banda vem ao Brasil com: Marco Zelati ex. namorado de Scabbia no baixo assim completando a formação original da banda, mais os convidados Ryan Blake a bateria e Diego Cavalotti na guitarra.

A abertura do evento Ficará por conta da ótima banda mineira Sacrificed que vem divulgando seu retorno aos palcos!

Esse show tem tudo para ser um dos melhores de 2017 em Belo Horizonte, e mais uma vez agradecemos o empenho do incansável Márcio Siqueira da MS BHz que vem nos presenteado com ótimos shows!

 

Patria, Magna Adversia disponível em streaming


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A grandiosa banda de Black Metal Brasileira, Patria da cidade de Carlos Barbosa, está prestes a lançar seu novo album: “Magna Adversia”, com exclusividade, libera em streaming a audição na conceituada revista Terrorizer.

O album contém 10 novas faixas a qual se notam diversas influências dentro do heavy metal obscuro praticamente na primeira ouvida. De longe posso dizer que é o melhor disco desses metalheads brasileiros, que ainda vão dar muito o que falar na musica extrema.

Mixado e masterizado por Øystein G. Brun (Borknagar), com as baterias de Asgeir Mickelson (Ihsahn, Sarke, Borknagar, Spiral Architect…) e Fabiano Penna (Rebaelliun) em grandiosas orquestrações, abrilhantaram ainda mais essa obra do mal.

Magna Adversia tem seu lançamento agendado para o dia 3 de março pela gravadora soulseller rec. em LP 180 gramas e CD digipack. No Brasil a gravadora heavy Metal Rec. se encubirá do seu lançamento em CD Digipack.

Em conversas com o grande amigo Marcelo Vasco, “Mantus”, o mesmo me relatou que a qualidade do material no Brasil será de primeira para suprir nosso mercado, mas uma pena que não teremos o lançamento em vinil em solo brasileiro por enquanto. Quem quiser optar pelo Vinil, a banda disponibilizará para venda algumas cópias nos shows pelo territorio brasileiro, assim como o cd importado e camisetas da tour!

 

Primeiras datas:

24 Março – São Paulo/SP (com Tsjuder & Justabeli)

25 Março – Recife/PE (com Tsjuder)

28 Março – Santiago/Chile (com Borknagar & Animus Mortis)

 

Patria: T.Sword [Vocals], Mantus [Guitar], Ristow [Guitar], Vulkan [Bass] e Abyssius [Drums]

Salve guerreiros!

 

Magna Adversia on terrorizer:

http://www.terrorizer.com/news/listen-new-album-patria-magna-adversia

 

Patria Facebook:

https://www.facebook.com/patriaofficial/?fref=ts

 

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